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Visto de Fora

O Brasil e os Estados Unidos vistos por quem mora fora.

Saí do Brasil em 2018 e passei a enxergar o país de um jeito diferente, e os Estados Unidos também. Toda manhã, de segunda a sexta, eu escrevo sobre o que aconteceu enquanto o Brasil dormia: o dólar e o mercado americano sem economês, a notícia de IA que importa, uma conta que só aparece quando você já mudou de país, e as manchetes do dia com o meu comentário.

Não é aula e não é resumo de notícia. É o que eu faria se te encontrasse no sábado e você perguntasse o que andou me chamando atenção.

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Edições

  1. Edição 31, 27 de outubro de 2026. O Brasil parou. O resto do mundo nem piscou.Edição 31No mesmo dia em que a Bolsa brasileira caiu 13,88% e a B3 teve de suspender o pregão, o índice de semicondutores em Nova York subiu 2,8%, o ouro ficou parado e o bitcoin nem se mexeu. Hoje de manhã o dólar já devolve parte da alta. Na IA, a Anthropic abriu os livros para a Nasdaq e a OpenAI cortou o preço pela metade. E as buscas por "como morar no Paraguai" subiram 1.700%. Hoje às 18h tem live sobre imigração no meu Instagram.
  2. Edição 30, 26 de outubro de 2026. A Bolsa parou. Primeira vez desde a pandemia.Edição 30O Ibovespa caiu 10% na abertura e a B3 suspendeu o pregão por 30 minutos, coisa que não acontecia desde março de 2020. O dólar foi de R$ 4,99 na sexta para R$ 5,60 às 9h40. Eu medi as ações brasileiras daqui de Nova York e o buraco é maior do que parece: banco caindo 29% e a Vale quase de pé. E o TSE desmentiu a acusação que o Flávio fez ontem à noite.
  3. Edição 29, 25 de outubro de 2026. A eleição acabou às 19h. E não acabou.Edição 29Lula foi reeleito com 51,79% contra 48,21%, perdendo em 14 estados e ganhando em 13. A votação foi prorrogada até as 19h por uma decisão assinada três minutos depois do prazo, aplicada de forma desigual, e o Flávio não reconheceu o resultado: vai pedir anulação. Enquanto isso, o preço começou a ser feito em Nova York, Chicago e Tóquio, com o Brasil dormindo.
  4. Edição 29, 23 de outubro de 2026. A OpenAI baixou o próprio preço em 150 bilhões.Edição 29A prévia da inflação desacelerou e ainda assim estourou o teto da meta, o petróleo fechou ontem com salto de 4% e hoje passou de US$ 114, o Nasdaq teve o pior dia desde junho, a OpenAI cortou a própria avaliação em 150 bilhões de dólares, a gasolina nos Estados Unidos está quase 40% mais cara que um ano atrás, e a eleição é domingo.
  5. Edição 28, 22 de outubro de 2026. O dólar virou. E a Meta levou uma conta de 25 bilhões.Edição 28O dólar subiu e quebrou a sequência de quedas, a Anthropic abriu um assistente que fala antes de você chamar, a Meta foi condenada a pagar 25 bilhões de dólares nos Estados Unidos, a fila do visto ganhou um atalho pago, e a eleição é domingo.
  6. Edição 26, Quarta-feira, 21 de outubro de 2026. A bolsa subiu, o dólar caiu, e a IA foi aprender COBOL.Edição 26O Ibovespa subiu 1,57% e bateu 208 mil pontos, o dólar caiu pelo quarto pregão seguido a quatro dias da eleição, a OpenAI anunciou que seus modelos novos ficaram bem melhores em COBOL e Fortran, o petróleo voltou a 110 dólares, e a Quaest pós-debate deu Flávio 52% a 48% nos votos válidos, com a diferença triplicando em uma semana.
  7. Edição 25, Terça-feira, 20 de outubro de 2026. A OpenAI foi atrás de 30 bilhões. Com pressa.Edição 25A OpenAI corre para levantar 30 bilhões de dólares antes de a Anthropic estrear na bolsa, o Nasdaq recuperou um pedaço da pior semana desde junho, o petróleo passou de 110 dólares, o dólar caiu pelo terceiro pregão seguido e quatro pesquisas nacionais saíram com o Flávio Bolsonaro na frente nos votos válidos, por 0,6 a 4 pontos.
  8. Edição 24, Segunda-feira, 19 de outubro de 2026. O petróleo passou de 109. E a IA apanhou de novo.Edição 24O Brent bateu o maior valor desde maio com ataques no Estreito de Ormuz, a Nasdaq caiu 2,14% e a CoreWeave perdeu 11,91% na sexta, Lula e Flávio se encontraram pela primeira vez num debate a sete dias da eleição, a OpenAI lançou apresentações e agentes que trabalham sozinhos, e 918 mil brasileiros podem votar no exterior no domingo, com uma armadilha que muita gente vai descobrir tarde.
  9. Edição 23, Sexta-feira, 16 de outubro de 2026. A inteligência artificial caiu. E a eleição empatou.Edição 23O ChatGPT ficou duas horas e meia fora do ar e a própria OpenAI registrou como falha grave, o mercado desfez em um dia o pânico da dívida da inteligência artificial, o dólar abriu em queda depois de três altas seguidas, o PoderData deu 50 a 50 no segundo turno, e um jornalista brasileiro descobriu no aeroporto que a residência permanente dele na Argentina tinha sido cancelada em agosto.
  10. Edição 22, Quinta-feira, 15 de outubro de 2026. A Coreia parou a bolsa. E o Senado acabou com a 6x1.Edição 22A bolsa da Coreia do Sul caiu 7,57% e parou no meio do pregão por causa da dívida dos data centers de inteligência artificial, o dólar abriu em alta de novo, o Senado aprovou o fim da escala 6x1 por 75 a 1, o consulado americano passou a exigir rede social pública para visto de estudante e de trabalho, e um pedreiro viajou 2 mil quilômetros para encontrar uma mulher que não existe.
  11. Edição 21, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026. O dólar passou de cinco, e os Estados Unidos entraram na eleição.Edição 21A bolsa parou de bater recorde e o dólar voltou para cima de R$ 5. A OpenAI segurou um modelo pronto por não confiar nele, a campanha do Lula levou ao TSE a suspeita de que o governo Trump esteja agindo na eleição brasileira, e quem tem processo de imigração nos Estados Unidos tem até quinta para postar pela taxa antiga.
  12. Edição 20, Terça-feira, 13 de outubro de 2026. A bolsa volta hoje. O dólar nem percebeu que parou.Edição 20O feriado fechou a B3 e o dólar continuou no mesmo lugar, mas Nova York operou normal e o Nasdaq caiu. A Microsoft apresentou o chip que quer tirar ela da fila da Nvidia, o Google resolveu um problema de matemática que estava parado há 56 anos, a negociação de tarifa com os Estados Unidos está esperando um documento que ainda não chegou, e o Lula assinou uma MP contra ligação de robô.
  13. Edição 19, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026. O Brasil parou hoje. O petróleo, não.Edição 19É feriado, não tem pregão, e mesmo assim o preço do seu dólar mudou no sábado — num aeroporto a onze mil quilômetros daqui. O Ibovespa fechou sexta no maior patamar da história, o Google lançou hoje uma ferramenta que diz se um vídeo foi feito por IA, a regra que avalia pedido de green card mudou em setembro e quase ninguém viu, e o Nobel de Economia foi para dois americanos que explicam exatamente o que está acontecendo com o seu dinheiro.
  14. Edição 18, Sexta-feira, 9 de outubro de 2026. O ataque foi remarcado, e o dólar voltou pra baixo de cincoEdição 18O petróleo caiu depois que Trump disse que não ataca o Irã antes da eleição americana, o dólar abriu abaixo de R$ 5,00 e a inflação de setembro veio em 0,82%; a receita da OpenAI apareceu US$ 20 bilhões menor e derrubou as ações de IA, o Pix entrou na negociação da tarifa entre Brasil e Estados Unidos, o governo americano fechou o cerco ao turismo de parto, e a SpaceX derrubou as operadoras, Paes perdeu o segundo turno no STF e o Datafolha virou.
  15. Edição 17, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026. O dólar voltou pra cima de cinco, e a conta veio do IrãEdição 17O petróleo disparou 5% depois que a NBC News noticiou que a Casa Branca discute uma nova ofensiva militar contra o Irã, e o dólar voltou a passar de R$ 5,00. O Gemini grátis do Google fica mais pobre a partir de amanhã, a Shake Shack anunciou 40 lojas no Brasil, a regra de renovação de visto americano que caiu de 48 para 12 meses continua pegando gente desprevenida, e faltam 17 dias para o segundo turno.
  16. Edição 16, Quarta-feira, 7 de outubro de 2026. O dólar parou de cair, e a culpa é do IêmenEdição 16Depois de dois dias de queda o dólar estabilizou com o petróleo voltando acima dos US$ 100, a Mistral lançou um modelo de 1 trilhão de parâmetros que só abre os pesos no fim do mês, Brasil e Estados Unidos criaram um grupo de trabalho para negociar o tarifaço de 37,5%, a nova regra do visto de estudante americano foi suspensa por liminar um dia antes de entrar em vigor, e os dois lados montaram palanque no mesmo dia.
  17. Edição 15, Terça-feira, 6 de outubro de 2026. O dólar caiu dois dias seguidos, e um banco daqui aumentou a aposta no BrasilEdição 15O dólar emendou a segunda queda e o petróleo furou os US$ 100 para baixo, a Foxconn bateu recorde montando servidor de inteligência artificial, o Morgan Stanley subiu o Brasil para compra com alvo de 250 mil pontos, o ano fiscal americano virou e a fila do green card andou, e os derrotados do primeiro turno entraram na fila do palanque.
  18. Edição 14, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026. O dólar furou os R$ 5. E ainda faltam vinte dias.Edição 14O dólar abriu abaixo de R$ 5 e o Ibovespa futuro bateu máxima histórica depois do primeiro turno, a Anthropic prepara o maior IPO da história, o câmbio mudou o preço de tudo que o brasileiro paga em dólar, os Estados Unidos criaram uma fiança de até US$ 250 mil para visto de imigrante, e o segundo turno já começou no grupo da família.
  19. Edição 13, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026. Os EUA fecharam o atendimento dos consulados no Brasil e não disseram por quêEdição 13O payroll americano veio em 29 mil vagas contra 90 mil esperadas e derrubou o dólar; o Google lançou o Gemini 4 Argon pela metade do preço do concorrente; os Estados Unidos suspenderam o atendimento presencial na embaixada e em quatro consulados no Brasil, dois dias antes do primeiro turno; a triagem de rede social do visto foi ampliada e o Medicaid encolheu; e o Datafolha, o site que o Huck indicou e o Trump dizendo que se arrependeu dos juízes que ele mesmo botou.
  20. Edição 12, Quinta-feira, 1º de outubro de 2026. A IA virou "Super Inteligência". Por decreto.Edição 12O dólar sobe à espera do Datafolha, o petróleo voltou aos US$ 100 e a Micron faturou com margem de 87%; o Trump mandou o governo trocar "inteligência artificial" por "Super Inteligência" e assinou um acordo de segurança sem multa; Brasil e Estados Unidos conversaram 40 minutos sobre o tarifaço; o green card EB-2 ganhou fila para brasileiro; e o Lula fora do último debate, o Pablo sem visto e a Galinha Pintadinha no cinema.
  21. Edição 11, Quarta-feira, 30 de setembro de 2026. Varginha esperou o ET por 30 anos. Apareceu o padre.Edição 11O dólar abriu caindo quase 1% com a inflação americana mais fraca e a Boeing levou o caça de US$ 20 bilhões; a OpenAI lançou robôs que trabalham 24 horas e cortou pela metade o uso do plano de US$ 200; Brasil e Estados Unidos negociam o tarifaço em Milwaukee a quatro dias da eleição; a taxa do visto de investidor dobra em novembro; e o padre de Varginha, Nossa Senhora no TSE e a cerveja do Canadá barrada na fronteira.
  22. Edição 10, Terça-feira, 29 de setembro de 2026. A Flórida quer proibir o ChatGPT de dizer “eu”Edição 10O dólar abriu em queda com pesquisa eleitoral e o petróleo devolveu parte da alta enquanto a Fair Isaac despencou 18%; a OpenAI cancelou um modelo que mentia nos testes e a Flórida foi à Justiça para tirar a primeira pessoa do ChatGPT; os 265 mil brasileiros que votam domingo nos Estados Unidos; o prazo do USCIS que não pula mais o fim de semana; e o anúncio do Trump pago pelo governo, o Starship que voltou mais cedo e a festa de 15 anos no Beco do Rato.
  23. Edição 9, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026. O Trump disse não ao Irã e o petróleo acordou 4% mais caroEdição 9O dólar abriu em alta com o petróleo 4% mais caro depois que o Trump recusou a proposta do Irã para reabrir Ormuz, e a Nvidia anunciou a maior recompra de ações da história; a OpenAI parou de treinar os modelos mais fortes depois que um agente escapou da jaula para perguntar a capital da França; o Brasil prorrogou o subsídio do diesel, que vem quase todo daqui, até depois da eleição; o USCIS agora pode negar pedido incompleto sem avisar antes; e o uísque do Vorcaro, a Nossa Senhora Aparecida no Supremo e o cachorro que entende palavra por palavra.
  24. Edição 8, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026. O diesel de outubro depende de uma canetada americanaEdição 8O dólar abriu em queda e virou para cima depois que a prévia da inflação veio acima do esperado, puxada pela conta de luz, e o juro americano bateu o terceiro recorde seguido; os chefes da OpenAI e da Anthropic pediram regulação na ONU e o governo americano recusou; 80% do diesel que o Brasil encomendou para outubro vem daqui, e a Casa Branca estuda proibir a exportação; o H-1B ganhou duas taxas de cem mil dólares, uma suspensa e outra em proposta; e a Seleção empatou com a Austrália, o Mercado Livre começou a vender remédio e o Starbucks fecha 250 lojas.
  25. Edição 7, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026. O juro americano chegou onde não chegava desde 2007Edição 7O juro de 10 anos dos Estados Unidos bateu 5,10%, o maior nível em dezenove anos, e derrubou a bolsa de Nova York; o petróleo voltou a subir quase 4% e desmentiu a calma de ontem; OpenAI, Anthropic e Google resolveram criar um órgão para fiscalizar a própria indústria; o Itamaraty alertou que chamar facção de terrorista abre porta para tropa estrangeira; e a cúpula entre Trump e Xi terminou com um prazo estendido e pouco mais.
  26. Edição 6, Quarta-feira, 23 de setembro de 2026. Estados Unidos e Irã sentaram três horas. O petróleo caiu pelo sexto diaEdição 6O petróleo caiu pelo sexto dia depois de três horas de conversa entre americanos e iranianos na ONU, o Conselho de Segurança chamou hoje as empresas de IA dos Estados Unidos e da China para a mesma mesa, quinze países assinaram sanções contra o PCC e o Comando Vermelho sem o Brasil na lista, o green card passou a olhar o bolso do candidato, e o dia teve pesquisa empatada, tapete vermelho para o Xi e três brasileiros na semifinal da Libertadores.
  27. Edição 5, Terça-feira, 22 de setembro de 2026. A ONU conferiu a escada rolante duas vezes antes do Trump chegarEdição 5O dólar subiu e devolveu tudo enquanto a bolsa virava para cima, o petróleo desceu e voltou com a oferta e o desmentido do Irã sobre Ormuz, a OpenAI admitiu que modelos em teste usaram chave vazada e inventaram dados, o Lula disse na ONU que o Brasil não cabe no quintal de ninguém e o Trump falou em seguida, com a escada rolante revisada, a Justiça daqui barrou a regra que mudava o prazo dos estudantes, e o dia teve Malu Mader contra Mario Frias, valsa de 15 anos com toada de boi e camisa do Corinthians para o prefeito de Nova York.
  28. Edição 4, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026. Amanhã tem Lula e Trump no mesmo corredor. Reunião, ninguém marcou.Edição 4O dólar abriu em queda com o petróleo no menor nível em 11 dias, as quatro gigantes da IA foram processadas por combinar de ir devagar, Lula e Trump discursam em sequência na ONU amanhã, a taxa de US$ 100 mil do H-1B foi renovada por mais um ano, e o fim de semana teve jatinho, crachá recolhido e a coroa da Anitta.
  29. Edição 3, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026. A lista de exigências do Trump apareceu. Estava no arquivo morto.Edição 3As 21 exigências de Trump para aliviar o tarifaço vieram a público, o Japão subiu o juro ao maior nível em 31 anos, a OpenAI contou que a própria IA escondeu erro, e quem manda dinheiro vivo daqui pro Brasil paga 1% a mais.
  30. Edição 2, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026. O Fed subiu o juro. Contra o próprio Trump.Edição 2O Fed subiu o juro aqui e o Copom cortou no Brasil no mesmo dia, a IA aprendeu a montar apresentação sozinha, o tarifaço já morde 23% do que o Brasil vende pros Estados Unidos e o visto americano ficou mais caro.
  31. Edição 1, quarta-feira, 16 de setembro de 2026. O Fed subiu o juro. O Copom corta hoje à noite, na direção contráriaEdição 1O Fed subiu o juro americano por 12 a 0, o Copom corta a Selic hoje à noite, o Zuckerberg foi o único que disse não ao freio na IA, e o visto americano custa diferente do que dizem por aí.

Sobre o que eu escrevo

O Brasil visto de longe

O que parece normal daqui e é esquisito de fora, e o contrário também. Oito anos morando fora mudaram o que eu enxergo quando olho para casa.

Inteligência artificial, na prática

O que eu uso de verdade na semana, o que deu errado e o que virou rotina. Sem promessa de revolução e sem susto.

Mercado americano

Seis anos operando futuros lá fora, contados como experiência. Nunca como recomendação. O que o mercado ensina não cabe em dica.

Vida nos Estados Unidos

Crédito do zero, escola, saúde, e as contas que ninguém avisa. O que eu queria ter lido antes de mudar.

  • ·Uma edição por manhã, de segunda a sexta. Fim de semana é seu.
  • ·Sem venda de curso escondida no meio do texto.
  • ·Não dou recomendação de investimento. Ensino como as coisas funcionam.
  • ·Cancelar é um clique, e eu não fico chateado.